quinta-feira, outubro 16, 2008

A selecção nacional e o impagável Rui Santos

  • Ontem foi um dia de ausências: Madaíl da tribuna, Queiroz da flash interview e Rui Santos dos comentários da SIC Notícias, após o jogo. O empregador, o empregado e o head hunter.
  • Hoje, no Record, o mesmo Rui Santos esclarece, desde já, qual o responsável pelo desastre que se está a revelar a actual campanha da selecção: a FPF e os jogadores, que estarão a boicotar o trabalho de Queiroz. Esqueceu-se de acrescentar Filipe Soares Franco e a Senhora de Caravaggio, que por certo estarão também a dar a sua pequena contribuição. Ridículo, se não fosse patético e a requerer internamento imediato.

7 comentários:

gin-tonic disse...

Meu caro JC: depois de ver antes deste post o 14º episódio de "Les Belles Anglaises", entendi que nada me iria distrair dessas belezas até porque para sobrimento já me chega o Glorioso". Ia para sair de cen, mas a carne é fraca, apeceu-me um comentário tonto e voltei atrás:

- responsabilidades de toda a comunicção social que ao longo destes largos anos nos têm encharcado os
dias com os jogadores "foras-de-série que temos, quando no fundo não alguns passam de bons jogadores, razoaáveis outros e o restante nem uma coisa nem outra. Não consigo sair à rua vem ver jornais e revistas com o Cristiano Ronaldo, até o banco onde deposita a reforma terceiro-mundista me manda à cara o Cristiano Ronaldo. Já não bastava terem-se pintado de verde.
- responsabiliaddes das sumidades que apostaram no prof. Donuts para seleccionador nacional, com o inenarrável Rui Santos à cabeça.
- dizer àquela rapaziada, meter-lhes nas cabeças ocas, que quem quer joga à bola não pode pensar em ser manequim ou vedeta publicitária ou o que quer que seja. Tive um professor que amiúde nos dizia: "quem estuda não gurda cabras!"
Por mim volto a dizer: o futebol como eu o conheci acabou. Agora pertence às televisões e aos bancos.
Que sejam felizes!
Só não me borrifo no "Glorioso" porque seria uma tarefa inglória e porque não quero.
Até domingo que vem!

JC disse...

Jogamos com o Penafiel, não é? esses jogos da Taça são um problema. Se ganhamos nada acrescentam; se perdemos é uma bronca!

"responsabilidades de toda a comunicção social que ao longo destes largos anos nos têm encharcado os
dias com os jogadores "foras-de-série que temos, quando no fundo não alguns passam de bons jogadores, razoaáveis outros e o restante nem uma coisa nem outra."

Assino por baixo!!!
Abraço

VdeAlmeida disse...

Também concordo!
Mas o pior mesmo é a mania das grandezas que não se perde. Portugal continua a comportar-se como se mantivesse um império colonial.
Sempre fui muito mais condescente para com a selecção do que a maioria, meu caro JC.
Porque diabo um país com 10 milhões de habitantes, portanto com um reduzido campo de recrutamento, há-de ser melhor que os colossos mundiais? Será que as pessoas não entendem que só por um bambúrrio da sorte conseguimos arranjar na mesma fornada 7 ou 8 futebolistas de grande nível (e mesmo assim, conseguir ombrear com os grandes é obra), como foi o caso da geração de Figo, Rui Costa e João Pinto.
Porque diabo se tem forçosamente que pertencer à nata mundial no futebol, se no resto andamos sempre na cauda e a reboque? Imagine-se o que seria se a Portugal um dia destes, acontecesse o que sucedeu à Russia - essa sim, uma potência e por isso, com responsabilidades acrescidas em todos os campos - um dia, e levasse 7-0 (lembra-se?). Pois é, dessa é que havia uma sublevação.
Isto de se não ter o sentido das proporções é lixado.

Um abraço

P.S.- O Rui Santos é uma fábula. Enquanto ele estiver entre nós temos riso garantido

JC disse...

Claro, o nº de selecções europeias que já foram campeãs do mundo é mtº reduzido: França, Alemanha, Itália e Inglaterra (esta quase a pedido). Campeãs de Europa, há que retirar a Inglaterra (!) e acrescentar a Espanha, as defuntas URSS e Jugoslávia, a Holanda, a Dinamarca e a Grécia. Aqui pode existir de facto uma pequena oportunidade. Mas Portugal tem obrigação, nas condições actuais, de se qualificar para as fases finais, digamos, 8 vezes em cada 10. E, principalmente e quando tem absoluta necessidade de ganhar, de não empatar em casa com uma Albânia a jogar c/ 10.
Já agora, afirmo-o uma vez mais, aquele meio-campo é constituído por jogadores vulgares a nível internacional. E o problema é que não havia outros, melhores, disponíveis! C/ o CR fora de forma, o Nani idem e o Quaresma (bom, este comigo nunca jogava), o descalabro seria o + normal. Eu, que guardo do Queiroz as devidas distâncias, nem sequer me parece que ele seja a fonte de todo o mal, apesar da sua falta de carisma e daquele discurso "enrolado". Se cometeu grandes erros - e acho que errou - foi fundamentalmente durante o jogo c/ a Dinamarca. Dá-me ideia é que o seu conceito-base (querer construir uma equipa e jogar bom futebol) não é o adequado para uma selecção que reune e joga de vez em quando e tem de disputar torneios c/ poucas equipas, onde qualquer pq erro é a morte do artista.
Abraço

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