quinta-feira, novembro 20, 2008

A mania de inventar...

Acabei agora de ver a primeira parte de um jogo de futebol em que a selecção portuguesa resolveu jogar sem um nº 6, sem um nº 9 e com três jogadores iguais no meio-campo e outros três também mais ou menos iguais no ataque. É claro que está a perder.

2 comentários:

joao cilia filho disse...

Por amor de Deus. Tanta estupidez num homem só!! é de bradar aos céus!

Queiroz andou 2 anos a fazer-se ao lugar de seleccionador nacional. Criticava as opções do antigo seleccionador constantemente. Disse, e passo a citar, "Com estes jogadores Portugal tem de ganhar alguma coisa". Mas, como diz o povo, pela boca morre o peixe!

Depois de tanto criticar, Queiroz viu-se obrigado a fazer uma revolução para cortar com o passado. Resultado ... está à vista de todos! As revoluções são para ser feitas quando o actual sistema não funciona, o que não era o caso (quarto de final do Europeu eliminados pela Alemanha, e depois de dorminarmos a fase de Grupos, é perfeitamente normal!).

Queiroz só tinha de manter o sistema, substituir o Ricardo pelo Quim, o Petit pelo R. Meireles (até aparecer um melhor)e ir incorporando um ou outro jogador que aparecesse (p.ex.: Danny). O trabalho não era difícil, o problema é termos de complicar para nos afirmarmos!!

Mas o burro sou eu ...

JC disse...

Pois... Claro que assino por baixo. Apenas um reparo: Meira continua a ser a melhor opção para nº 6. Meireles é um 6 1/2, perto de um 8. Meira não é uma grande opção? Certo, mas é a que existe. Alguns dos problemas de equilíbrio desta selecção, ainda no tempo de Scolari, começaram quando a equipa perdeu um pivot defensivo posicional, como o Costinha dos bons tempos.