quinta-feira, outubro 31, 2013

Uma farsa e um farsante

Como se previa, o tal Guião para a Reforma do Estado é uma farsa, da autoria de um farsante político, um especialista em "sit down comedy". Por isso mesmo, tudo o que fosse discuti-lo seriamente seria colaborar nessa farsa, o que não farei. E pasmo como uma dúzia de comentadores/jornalistas consegue ocupar as televisões durante horas a discuti-lo, levando-o a sério. Honrosa excepção de Pedro Marques Lopes e António José Teixeira, na SIC Notícias, que não conseguiram disfarçar a estupefacção e o pasmo pelo que tinham acabado de ouvir. Aliás, não consigo perceber a "boa imprensa" de Paulo Portas. Por ser filho de Nuno e Helena, irmão de Miguel e Catarina? Por ser de "boas famílias"? Por ter sido jornalista e director do "Independente"? Por ser um cinéfilo confesso? Por ser ex-aluno do São João de Brito? Pela sua estatura e coerência políticas por certo não será. Fora ele o "bimbo" Relvas e onde já não estaria... Pois é, cada um nasce onde nasce.  

2 comentários:

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
JC disse...

Como deve calcular, vou ter que apagar este seu comentário e não é preciso indicar as razões. Cumprimentos.