Mostrar mensagens com a etiqueta Bancos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bancos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, março 03, 2015

A Banca portuguesa "nacionalizada"?

Se a proposta fusão entre o BPI e o BCP se vier a concretizar, o Estado ditatorial e cleptocrático angolano, onde não existe qualquer espécie de liberdade empresarial ou outra, passará a deter uma quota de 30% do mercado bancário português. Se o Novo Banco, como parece provável, vier a ser vendido a uma qualquer empresa, directa ou indirectamente, pertença do Estado ditatorial chinês, chegaremos, em números redondos, a cerca de 50% desse mesmo mercado nas mãos de dois Estados ditatoriais estrangeiros. "Nacionalizado, deles". Se a estes dois bancos juntarmos a Caixa Geral de Depósitos, estatal (e sou dos que defendo, nas actuais circunstâncias, assim deve continuar), temos que cerca de 3/4 do mercado bancário português deixa de estar nas mãos de privados. Pior, tendo em conta a tradicional subserviência dos governos e entidades oficiais portuguesas aos interesses angolanos e chineses, o panorama é ainda bem mais aterrador, pois, nestas circunstâncias, não me parece a Caixa possa vir alguma vez a agir contra esses interesses e em defesa dos interesses portugueses. Se isto se confirmar, veremos o que terá para dizer a Autoridade da Concorrência.

quarta-feira, dezembro 10, 2014

O triste espectáculo de Salgado e Ricciardi

Devo talvez pertencer a uma minoria de portugueses que não gostou mesmo nada de assistir ontem ao triste espectáculo de ver dois banqueiros insultando-se e lavando roupa suja em público, embora em momentos separados, na Assembleia da República. Sou dos que pensam o comportamento dos banqueiros, a quem damos a guardar e a gerir o nosso dinheiro, tal como o dos juízes e médicos aos quais confiamos o julgamento que nos pode privar da liberdade e a nossa saúde e bem-estar, se deve pautar por valores de sobriedade e discrição - já para não falar de honestidade - o que nunca será impeditivo do apuramento da verdade quando irregularidades possam ter sido cometidas. Aliás, o "mood & tone" dos depoimentos de ontem de Salgado e Ricciardi acabou por se tornar em argumento de peso para aqueles que, na esquerda radical, são de opinião "serem os bancos demasiado importantes para estarem nas mãos dos banqueiros". Se calhar, nunca nenhum deles terá pensado nisso, o que só vem agravar a situação. 

sexta-feira, julho 25, 2014

O que bancos e banqueiros deviam saber mas tem andado esquecido

Uma coisa espero todos - mas todos, banqueiros e restantes cidadãos - tenhamos aprendido nestes últimos anos: para defesa também de todos, banqueiro não é para se deixar fotografar para revistas "cor de rosa", tornar-se vedeta mediática, "mandar" soundbites e "dicas" públicas sobre a vida política, ser visto à entrada e saída de reuniões com governantes, dar entrevistas a propósito de tudo e de nada ou financiar e promover biografias "autorizadas" enquanto não estiver reformado há pelo menos dez anos. De preferência, banqueiro deve mesmo ser alguém cujo nome é desconhecido para 99% dos cidadãos que confiadamente lhe entregam o seu dinheiro. 

Pelo contrário, banqueiro é mesmo para usar fato de jaquetão às riscas, ser escasso nas suas aparições públicas, sóbrio e contido naquilo que diz (e sempre que possível ficar calado), gerir o nosso dinheiro com discrição, tratar de influenciar a vida política nos bastidores, dedicar-se à sua família numerosa nas horas vagas e ter actividade reconhecida, mas discreta, muito discreta, de benemerência ou patrocínio das artes e do património. E , já agora, os bancos locais que projectem uma imagem de algum decoro, e onde entremos com respeito e confiança, e não instituições pintadas de cores berrantes e que continuamente nos "assaltem", nas suas instalações ou pelo telefone, como o faria qualquer vendedor de "banha da cobra". Uma espécie de cura aristocrática, ao bom e velho estilo back to the basics, seria com certeza muito bem-vinda. Fica o conselho.

quarta-feira, abril 10, 2013

Bruno de Carvalho e o populismo

Os perigos e consequências da demagogia populista estão bem visíveis na situação actual do SCP. Levado ao poder  por via de uma gestão financeira irresponsável e de uma política desportiva desastrosa da direcção Godinho Lopes (e não só), Bruno de Carvalho foi visto por muitos sportinguistas como o Messias, o D. Sebastião que iria combater os "malvados" da Banca e, assim, "salvar" um clube sobre-endividado de décadas de declínio, entregando-o de novo aos seus legítimos proprietários, os seus sócios e adeptos. A acéfala comunicação social desportiva deu-lhe cobertura, e começou por exaltar as suas tiradas e atitudes populistas ao estilo "O Sporting é de novo nosso" (cito de cor), bem como o facto de ter decidido sentar-se no "banco" de suplentes. Dois resultados positivos ajudaram ao "estado de graça". Agora surgem os problemas, e vem à luz do dia o facto de não estar preparado nem ter os apoios indispensáveis para exercer as funções para as quais foi eleito. Conhecemos bem o que se vai seguir: aproveitando o sentimento geral anti-Banca que grassa no país, muitas vezes com razão, Bruno de Carvalho prepara-se para fazer dessa mesma Banca, que, neste caso, tenta apenas salvaguardar os seus interesses e dos seus "stakeholders" (clientes, depositantes, investidores, outros credores, etc), bode expiatório para os problemas que a sua direcção enfrenta e para os quais não tem solução sem a colaboração dos que agora ataca. Digamos que o mito vai durar ainda menos tempo do que alguma vez supus.

segunda-feira, maio 03, 2010

Grandes obras públicas e crédito para as PMEs (o que quer que estas sejam...)

Vejo por aí escrito e oiço com demasiada frequência que o crédito disponibilizado para as grandes obras públicas irá, em conjuntura de escassez ou até tendo-se esta transformado num problema estrutural, escassear para o financiamento das chamadas “micro, pequenas e médias empresas”, assim “a modos” do que se passa num mecanismo automático tipo vasos comunicantes: maré-cheia num lado, maré baixa no outro.

Bom, independentemente do que vou dizer de seguida não significar concordância ou discordância com as tais “obras públicas” (a minha posição é conhecida dos leitores habituais do “blogue”), e para além das tais PMEs estarem longe de se constituir numa realidade homogénea e muitas viverem na órbita das “malvadas” grandes empresas e, assim, beneficiarem da expansão destas por via do crédito que as financia, esse tal mecanismo de vasos comunicantes está muito longe de, na prática, ser uma realidade incontroversa. O que frequentemente limita o acesso ao crédito de grande parte dessas PMEs é, isso sim, e muito mais, o risco acrescido que representam pela sua falta de competitividade no mercado, deficiente gestão e estrutura financeira desequilibrada, o que significa que o crédito concedido para “o vaso de cima” (grandes obras públicas) não irá necessariamente escassear no vaso inferior (PMEs), pelo menos na mesma proporção ou sequer semelhante. Mais ainda, as grandes obras públicas até poderão constituir para muitas PMEs indirectamente envolvidas uma oportunidade acrescida de acesso ao crédito, pela garantia acrescida que a expansão dos seus negócios e o seu envolvimento com um ou mais projectos onde o Estado é parte “motora” pode representar para a Banca.

Digamos que o problema não é este, nem “grandes obras públicas” e “PMEs” podem ser assim, de modo simplista, atadas num molho e postas em confronto numa luta de galos políticos por um poleiro eleitoral. A questão deverá ser, isso sim: “o que poderá efectivamente contribuir para um aumento da competitividade do país permitindo-lhe, a prazo, aumentar os seus actuais débeis níveis de crescimento de forma sustentada? Esta, e não outra, é que é, de facto, a questão-chave à qual o país terá de responder.

sexta-feira, março 06, 2009

Uma pequena e despretensiosa reflexão sobre a Caixa Geral de Depósitos, a propósito das acções da Cimpor

Não sendo especialista em gestão bancária ou mercado de capitais não quero, nem acho deva, entrar numa análise demasiado pormenorizada e técnica do modo como a gestão da CGD resolveu o negócio que envolvia o empresário Manuel Fino. Demasiada gente já falou do que não sabe (trata-se de uma área muito específica da gestão), infelizmente, e não me parece isso tenha trazido algo de positivo à compreensão do tema. Devo, no entanto, dizer que tenho tentado ler, ouvir e informar-me “o mais que posso” sobre o assunto, inclusivamente falando e trocando impressões com quem está mais à vontade nas áreas que acima mencionei, e também porque – acho – tenho suficientes conhecimentos de economia, gestão e realidade empresarial para arriscar opinião, penso, sem estar na posse de quaisque detalhes contratuais do negócio ou informação privilegiada, que o modo como a “Caixa” o resolveu está longe de poder ser considerado um mau acto de gestão, muito menos susceptível de gerar o “agarra que é ladrão” e a algazarra habitual vindos de quem teria especiais obrigações de o não fazer. Digamos que, para além das opiniões fruto da pura e simples ignorância, mais a mais em terreno tão "esotérico", existem muitas outras claramente biassed, fruto de interesses políticos e de mercado. Apenas um exemplo que penso será possível de ser entendido por todos: se a “Caixa” quisesse comprar um lote de sessenta e tal milhões de acções, correspondente a cerca de 10% do capital da Cimpor e que, por si só e principalmente tendo em atenção a estrutura accionista da empresa, daria ao banco e ao Estado amplas possibilidades de controle da empresa e do sector cimenteiro, conseguiria realizar tal operação a preços de mercado? Ou o valor das acções subiria de imediato para valores próximos ou até superiores aos atribuídos às acções de Manuel Fino? Esse as pretendesse vender no mercado – “a retalho”, digamos assim? O aumento da oferta não faria cair os preços? Em “bloco”, algum dos outros accionistas (Lafarge, p. ex.) estaria interessado e que consequências tal facto teria na estrutura accionista da empresa? Bom, ficam as perguntas...

A questão-chave deve, isso sim, ser procurada a montante, onde ela teve origem, e essa é essencialmente uma questão política: que papel deve ter a “Caixa”, enquanto banco público, no mercado e no sector financeiro, onde a banca privada é dominante e maioritária? Deve actuar como qualquer outro banco ou deve reservar para si um papel específico? Pois é aqui que entram em jogo uma série de questões, desde as de natureza política e ideológica àquelas mais ligadas aos negócios - tão legítimas, aliás como as primeiras. Não sendo um “estatista” nem um ultra-liberal, como cidadão a quem parece útil a manutenção da “Caixa” como banco público, penso que, embora sujeita a determinado tipo de "guidelines" e controles específicos em virtude da sua natureza jurídica (pública) e que condicionem e/ou exijam regras de segurança reforçadas para determinados tipos de operações, face àquele que me parece dever ser o conceito “segurança com eficiência” por que se deve reger em virtude de ser exactamente isso o que os seus clientes nela procuram, nunca a CGD poderá deixar de, com as limitações indicadas (e admito que outras) e inerentes ao seu estatuto público, ter a agilidade suficiente para ser um player competitivo no mercado, o que significa adoptar para si uma parte significativa do “way of doing the things” dos seus concorrentes privados. Sem isso, dificilmente poderá ver reconhecido no mercado esse conceito de “segurança com eficiência”, e tenderá a voltar aos seus velhos tempos de uma vetusta instituição do Estado em que só a primeira das realidades (segurança) era cumprida.

segunda-feira, janeiro 12, 2009

Armando Vara e a demagogia do "Público"

Ponto prévio: não tenho qualquer simpatia por Armando Vara ou pelo modo como singrou no PS, na política e, por inerência, na vida empresarial. Direi mesmo que “muito antes e pelo contrário”. Será mesmo um mau exemplo “contado às crianças e ao povo”.

Tendo dito isto, e falando agora em termos gerais e abstractos, não me parece exista lugar para qualquer tipo de escândalo pelo facto de ele – Vara -, ou qualquer outro quadro em situação idêntica, ser promovido ao escalão máximo de vencimento a posteriori, uma vez isso sendo prática comum da sua entidade empregadora. Trata-se de um fringe benefit ao qual acedeu quando da sua admissão na categoria que exerce, fazendo parte das regalias que a “Caixa” concederá aos seus directores e administradores tal como, eventualmente, neste e/ou noutros casos, muitas empresas proporcionam carro para uso particular, seguros de vida e de saúde, taxas de juro bonificadas, casa e viagens gratuitas para si e família (se "expatriados"), signing bonus, stock options, etc, etc. Nada de especialmente estranho, portanto. E o “Público” bem o sabe, como também sabe que está a ser demagógico e que Vara é um alvo fácil.

O que pode estar em causa, isso sim, são, a montante, as qualificações de Vara para as funções que exerce e o seu eventual papel de comissário político. Tal como poderiam estar os bónus eventualmente atribuídos sem justificação pelos resultados alcançados ou os vencimentos exessivos face às práticas do mercado. Mas isso são questões gerais e abstractas e, portanto, não personificáveis. Ou, como diriam os nossos amigos(?) de além-atlântico, “serão outros quinhentos” que no seu devido tempo já foram analisados e questionados.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

A Banca e a Caixa

Se alguém tinha dúvidas, mesmo antes da crise, sobre a necessidade de manter o controlo do Estado na Caixa Geral de Depósitos, espero bem esta notícia tenha dissipado todas essas mesmas dúvidas.

sábado, dezembro 13, 2008

Descodificar Belmiro...

As afirmações de Belmiro de Azevedo contra o novo aeroporto, TGV e intervenção do governo na banca - com direito a grande repercussão mediática - estão muito longe de ser ingénuas, nada têm que ver com a reconhecida capacidade empreendedora e de gestão do empresário, muito menos são movidas pelo altruísmo ou pelo superior interesse nacional, seja lá o que isso for. Vejamos.

No caso do TGV e do novo aeroporto (leia-se: a nova “grande cidade” aeroportuária), questões onde Belmiro até tem maioritariamente razão (apenas a ligação Lisboa-Madrid é defensável e, no curto prazo, de um ponto de vista fundamentalmente político, embora no longo prazo o caso possa mudar de figura e ter um carácter estruturante), todos sabemos que a construção de ambos tenderia a secundarizar e regionalizar o aeroporto Sá Carneiro e, em alguma medida, a região norte centrada no Porto, sendo lícito pensar que poderiam contribuir para fazer da Grande Lisboa o principal polo competitivo do país em termos peninsulares. Ora não só Belmiro de Azevedo já manifestou o seu eventual interesse na gestão das Pedras Rubras, autonomizado dos restantes aeroportos nacionais, como estas duas grandes obras públicas teriam como consequência algum enfraquecimento da posição negocial e reivindicativa do “norte” (leia-se: Porto), algo que estaria bem longe de se mostrar favorável aos interesses do grupo Sonae que cresceu e alcançou notoriedade e importância cavalgando e contribuindo para a “onda nortenha” do pós 25 de Abril (décadas de 70 e 80 do século passado)
Itálico
Quanto à Banca, bom... nunca os esforços de Belmiro de Azevedo para conseguir uma posição significativa no sector financeiro foram coroados de correspondente êxito. Portanto... e à bon entendeur...
Acresce ainda que grupo Sonae não detém interesses significativos em nenhuma das áreas "beneficiadas" e, além de tudo o mais, aquele que será, hoje em dia, o seu core business (grandes superfícies comerciais vocacionas para o consumo das classes média e média baixa) arrisca-se a ser dos mais poderá vir a sofrer com a crise. Não terá, portanto, muitas razões para andar feliz, o Engenheiro Belmiro de Azevedo.

quinta-feira, dezembro 04, 2008

BPP

Uma pequena e única nota sobre o BPP - e sobre o assunto por aqui me ficarei.

Compreende-se mal que o governo vá em socorro de um banco gestor de fortunas e daqueles que lá entregaram o seu dinheiro para gerir e frutificar, evitando, com o seu aval, a respectiva falência. Certo. Aceita-se e compreende-se bem a indignação manifestada pelo “povo da SIC”, sempre tão lesto contra os “ricos e poderosos” - versão moderna de “les aristocrates á la lanterne” –, nos fóruns de opinião, assim como a honesta discordância de comentadores e analistas, de muita gente que pensa. Claro, não serei eu a criticá-los. Mas tentemos ir um pouco mais longe: será que algum governo, de um pequeno país e de uma pequena economia como Portugal, ainda para mais com uma pequeníssima classe empresarial sempre com os seus interesses cruzando-se com os do estado (e inversamente), que se reveja politicamente num sistema democrático baseado na livre iniciativa e no mercado (baseado, e não exclusivo, para que não restem dúvidas), poderia, no presente tempo de grave crise mundial, arriscar um conflito e uma eventual quebra de cooperação com alguns os investidores do BPP e a falência do banco? (não estamos nos USA, convém lembrar). Pondo de parte a questão da dívida ao JP Morgan – que me parece ser pouco mais do que a justificação "patriótica" que “dá jeito” -, que reflexos isso teria na chamada confiança e em muitos negócios (estou a falar dos honestos) em curso, alguns deles envolvendo o governo? No procurado e necessário apoio do e ao mundo económico e financeiro que permita “aligeirar” a crise? No crescimento económico e no emprego? Eu próprio, sobre o assunto, me permito ter muito mais dúvidas do que certezas, e aqui as expresso apenas como tentativa de pensar um pouco mais longe e mais fundo não arriscando opinião definitiva. Será justo? Isso não será com certeza, mas como era bom que fosse a justiça a comandar o mundo...

quinta-feira, novembro 06, 2008

BPN: cobardia política

A questão BPN tem também um nome: cobardia política. Apenas tardiamente, perante o ambiente – também do ponto de vista ideológico – altamente favorável criado pela crise financeira mundial, o estado e o governo tiveram coragem para actuar sobre uma situação que já era por demais conhecida de todos. Perderam os contribuintes, a confiança dos cidadãos no sistema bancário e na respectiva regulação e a credibilidade do governo.

quarta-feira, outubro 08, 2008

Um pensamento ligeirinho sobre a crise, para manter o moral elevado...

Se algo podemos agradecer às nacionalizações de 1975, na conjuntura inevitáveis, foi elas terem permitido, posteriormente e na sequência da abertura do sector bancário à iniciativa privada, a emergência de um sistema financeiro moderno e eficiente, competitivo, que parece (parece - knock on wood) resistir bem à crise internacional. Claro que o facto de Portugal ser uma economia pequena e periférica também ajuda bastante (alguma vez haveria de ser), mas será justo lembrar pela positiva um sector, muitas vezes (algumas com razão), alvo das nossas críticas e injúrias. No entanto, cautelas e caldos de galinha vão parecendo ser cada vez mais receita adequada já que, como dizia alguém ligado ao futebol, também neste campo e nos tempos que vão correndo o que hoje é verdade poderá vir a ser mentira lá mais para o fim da tarde. Sem especial ofensa aos meus amigos sportinguistas, “lagarto, lagarto”!