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sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Fernando Ulrich e a cidadania

Vivemos num país livre. Felizmente e para bem da maioria e mal dos que não sabem usar ou conter a palavra. Por isso mesmo, Fernando Ulrich é livre de dizer o que lhe apetece desde que não infrinja a lei e não serei eu que virei para aqui dar-lhe lições de moral. Mas terá também de arcar com as consequências daquilo que diz. É assim a democracia e é assim a liberdade. Felizmente, e por pura casualidade, também não tenho conta no BPI nem com o Banco em causa mantenho qualquer tipo de actividade. Felizmente, porque isso poupa-me ao trabalho de me deslocar hoje ao Banco e encerrar a minha conta, deixando bem claro os motivos porque o faria. E era isso que os criticam à "boca fechada" ou abertamente estas afirmações de Fernando Ulrich deveriam hoje fazer. Chama-se cidadania e seria bem mais eficaz que quaisquer palavras.

terça-feira, outubro 30, 2012

Fernando Ulrich: o banqueiro "pop star"

Fernando Ulrich sempre cultivou a imagem do banqueiro "informal", "terra a terra". Talvez por personalidade ou por necessidade estratégica de contrastar com a sobriedade formal e o recato que são normalmente, e quanto a mim bem, paradigma dos seus pares. É esta última atitude que esperam os cidadãos daqueles a quem dão a gerir o seu dinheiro. Durante muito tempo tal imagem funcionou, e Fernando Ulrich quase se tornou estrela "pop", animador convidado de debates e fóruns televisivos, arriscando mesmo incursões na antecâmara do comentário político. Acontece que hoje terá perdido o controle sobre essa sua imagem e a criatura usurpou finalmente o lugar do criador. É frequente tal acontecer quando sistematicamente se joga no risco, se caminha no fio da navalha, se arrisca em equilíbrios à beira do abismo, coisa que banqueiros avisados e experientes sempre evitaram fazer. Se tal fosse ainda necessário, ficou hoje provada a sua razão.