Ok, Camilo Lourenço, que tal fuzilar os velhos e os incapacitados e, antes disso, obrigá-los a abrir a própria cova e a pagar a respectiva bala? Era uma boa, não era? Ou então juntá-los num molhinho e espetar-lhes com uma boa dose de Zyclon B. Mas, quero ser benigno, não andará Camilo a ler ou a ver "Logan's Run" (passa por vezes no TCM) e a sua fraca mente a sentir-se perturbada? Enfim, é melhor Camilo Lourenço não ficar demasiado preocupado: todas as sociedades toleram o seu tontinho de serviço para que nos possa divertir um bocado.
Eu sou o Gato Maltês, um toque de Espanha e algo de francês. Nascido em Portugal e adoptado inglês.
Mostrar mensagens com a etiqueta Camilo Lourenço. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Camilo Lourenço. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, fevereiro 28, 2013
segunda-feira, outubro 01, 2012
Os políticos e a experiência empresarial
O inenarrável Camilo Lourenço diz hoje no "Jornal de Negócios" que "um dos maiores problemas da classe política portuguesa é ter pouca ou nenhuma experiência empresarial". Espero não se estivesse a referir às de Passos Coelho e Relvas, mas certo, não nego a experiência empresarial, o seu "way of thinking" e a adopção de alguns princípios da gestão das empresas possam trazer uma contribuição positiva à política e à governação. Sem dúvida que sim, desde que o primado da política se mantenha. Mas o que me parece evidente é exactamente o contrário: o problema, o verdadeiro problema tem sido a chegada à política e a funções governativas, vindos das empresas do PSI 20, de universidades de gestão sem dúvida conceituadas e de organizações como o "Compromisso Portugal" e o "Fórum para a Competitividade" de gente sem qualquer experiência política, que, acima de tudo, despreza essa mesma política, age como se ela fosse desnecessária e pretende, não enriquecê-la com o rigor da sua experiência empresarial, mas substituí-la por princípios que lhe são estranhos e até adversos. Os Borges, Moedas e "tutti quanti" aí estão para o provar.
É que, e ao contrário do que diz Camilo Lourenço, talvez muito melhor ideia fosse as universidades de gestão mais conceituadas e as "blue-chip companies" passarem a incorporar nos seus "curricula" e "way of thinking" alguns princípios importantes da política e da boa governação. Acho ficaríamos todos a ganhar com o intercâmbio.
Subscrever:
Comentários (Atom)