- O CDS parece um partido atacado de esquizofrenia: está no governo e não quer que se saiba, disfarçando o melhor que pode, sabe e vai conseguindo; na Madeira, critica e recusa a mesma política de austeridade que o governo de que faz parte vai tratando de defender e implementar no continente. Está a precisar de um "shrink".
- O ministro Miguel Relvas vai a Angola numa missão de carácter económico e Álvaro Santos Pereira não o acompanha. Estranho, no mínimo. Bom, mas isto de Angola parece ser em exclusivo um assunto de Miguel Relvas, que até toma medidas punitivas contra quem, em Portugal, ousa desagradar à cleptocracia angolana. Os bons espíritos...
Eu sou o Gato Maltês, um toque de Espanha e algo de francês. Nascido em Portugal e adoptado inglês.
terça-feira, julho 17, 2012
CDS esquizofrénico e Relvas em Angola
quarta-feira, novembro 23, 2011
domingo, outubro 09, 2011
Madeira: simples e claro
Oráculo...
domingo, outubro 02, 2011
Seguro e o seu discurso sobre a Madeira
quinta-feira, setembro 22, 2011
A "Sábado" e a Madeira
Madeira: e o PSD nacional?
sexta-feira, setembro 16, 2011
Madeira: as perguntas a fazer
Basta!
Ah!, e fico a aguardar o Senhor Presidente da República se manifeste. Ou deverei antes dizer, parafraseando o senhor(?) da fotografia, "o Sr. Silva"?
sexta-feira, novembro 05, 2010
Os clubes secundários de Lisboa e Porto
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Duas notas sobre a catástrofe madeirense
- O luto e o respeito por todos aqueles que sofreram e sofrem as consequências da catástrofe madeirense não pode significar o silêncio sobre as razões que poderão ter contribuído para tornar as suas consequências mais gravosas. Antes pelo contrário: o respeito pelos madeirenses e pelo seu futuro exige que se enterre a hipocrisia e se critique e altere aquilo que eventualmente possa ter contribuído para tal. Sebastião de Carvalho e Melo, o exemplo do déspota iluminado, enterrou os mortos e cuidou das necessidades imediatas dos vivos; mas também tratou de transformar um burgo medieval numa cidade moderna e mais apta a enfrentar os elementos. E, já agora, estamos (acho) bem longe do despotismo, ainda mais de qualquer um que possa contribuir para nos iluminar o caminho.
- Ainda hoje se desconhece o número exacto de mortos causado pelas cheias de 1967 na região de Lisboa: vivia-se em ditadura e o regime estava bem longe de querer que os portugueses se apercebessem da dimensão do desastre. O que sabíamos era apenas o que era “visado pela censura” ou ”soprado” pelos muitos cidadãos (na altura, ainda súbditos) e organizações, muitas delas ligadas aos sectores mais progressivos da Igreja Católica, que se dispuseram a ser solidários. Hoje em dia, vivemos em democracia; mesmo na Região Autónoma da Madeira e apesar dos “percalços” locais. Gostaria muito de concluir ser isso o suficiente para que a desinformação de 1967 se não repita.
quarta-feira, novembro 12, 2008
Os direitos constitucionais segundo o PR
terça-feira, novembro 11, 2008
A democracia "chewing gum" de Cavaco Silva
quinta-feira, novembro 06, 2008
"PSD-Madeira suspende Parlamento até decisão judicial sobre deputado do PND"
quarta-feira, abril 16, 2008
Os portugueses ainda esperam um gesto de Cavaco Silva
Não basta a Cavaco Silva usar a sua influência de bastidores para que o bom senso possa prevalecer no relacionamento entre o poder madeirense e a respectiva oposição e, principalmente, para colocar um limite à linguagem desabrida e carroceira do presidente do governo regional e ao seu desrespeito pelas instituições da democracia, pelo que se viu anteriormente aplaudida pela segunda figura do Estado, o presidente da Assembleia da República, o último que o deveria fazer. Eleito por mais de metade dos portugueses, em sufrágio directo e universal, e representando legitimamente todos eles, seria indispensável para estes, como exemplo, escutar uma palavra ou assistir a um gesto público do Presidente da República sobre o respeito e a ética que deve presidir ao relacionamento entre orgãos do Estado e o comportamento, ao nível da linguagem e dos actos, exigível a todos os seus representantes democraticamente eleitos. Está, pois, em dívida para com os portugueses.
PS. Gostei de ouvir Manuel Alegre pronunciar-se sobre o caso. Pena que não tenha tido a mesma atitude perante as declarações de Jaime Gama.





