Eu sou o Gato Maltês, um toque de Espanha e algo de francês. Nascido em Portugal e adoptado inglês.
sábado, março 27, 2010
A nova liderança do PSD
domingo, dezembro 13, 2009
"e-escolas" e "e-escolinhas" ("Magalhães") na "Quadratura do Círculo" por António Lobo Xavier: para se perceber o que está em causa
Tudo isto perante um discurso confuso e pouco objectivo do ex-ministro Mário Lino (que me pareceu muito mal preparado) e as patéticas tentativas de José Pacheco Pereira tentando apenas, com recurso à demagogia e populismo que, infelizmente, se tornaram dominantes no PSD actual, tirar, a qualquer preço, dividendos políticos da situação, mesmo que para isso fosse obrigado a raciocínios enviesados e obtusos.
Vale a pena ver e ouvir para entender o que está em causa.
terça-feira, outubro 14, 2008
António Costa
Sim, eu sei que raramente os intelectuais interessantes são bons políticos - embora me pareça que os grandes políticos (falo daqueles mesmo grandes) são frequentemente pessoas interessantes. Pensei nisto ao lembrar-me das intervenções de António Costa na “Quadratura do Círculo”, demasiado pobres e desconchavadas, com uma deprimente falta de interesse, ditas com a incomodidade mal escondida de quem parece ter sido feito para não estar ali. Se calhar nada disto seria importante se ao vê-lo contra-argumentar com Pacheco Pereira e Lobo Xavier me pudesse lembrar de uma boa e inteligente gestão na Câmara Municipal de Lisboa. Mas o problema é exactamente esse: não consigo, o que faz com que juntando a mediocridade demonstrada em ambas as funções – comentador e presidente camarário – comece a pôr seriamente em causa o que já está muito para além delas: o homem e as suas reais capacidades.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Lobo Xavier e o "caso Bexiga"
Bastava estar atento ao modo como António Lobo Xavier, membro do Conselho Consultivo da SAD do FCP, desvalorizou ontem, na “Quadratura do Círculo”, o arquivamento do processo relativo às agressões a Ricardo Bexiga, enquadrando-o numa “normalidade legalista” (o contraste com José Pacheco Pereira foi por demais evidente), bem como à forma como se referiu à criminalidade na cidade do Porto, aplanando as suas especificidades, para se perceber o porquê da alegada lentidão como evoluíram, ou não evoluíram, as investigações do processo. E não só: qual a provável origem das agressões. E mais ainda: como uma parte do bas-fond da cidade do Porto funciona e a rede que a devido tempo teceu. Como se isso ainda se não soubesse, claro.
Já agora: perante a recente indignação dos magistrados do MP do Porto, só espero Ricardo Bexiga não acabe condenado... Por ter ousado apresentar queixa, claro.