Uff!... Vamos lá ver se nos entendemos...
Não está nem nunca esteve em causa o valor estratégico para o país da participação da PT na VIVO. Como também não o está o da EDP e da GALP (ao contrário do que acontece com a TAP, por exemplo). O que, quanto a mim, está em causa é o Estado querer comer o bife duas vezes, ou seja, ter privatizado a(s) empresa (s) e querer agora continuar a decidir sobre ela(s). Se existe um interesse estratégico – e isso parece evidente - , o Estado, quando da respectiva privatização, deveria ter mantido na(s) empresa(s) uma participação suficiente para lhe conceder poder decisório. Ponto final.
Eu sou o Gato Maltês, um toque de Espanha e algo de francês. Nascido em Portugal e adoptado inglês.
O mundo louco dos mercenários da bola. Mais um mercenário sem escrupulos (até era capitão). Desta vez tocou aos lagartos.
ResponderEliminarO mundo louco dos mercenários da bola. Mais um mercenário sem escrupulos (até era capitão). Desta vez tocou aos lagartos.
ResponderEliminarEstes comentários referem-se aos post do Moitinho.
ResponderEliminarJá viu isto JC?
ResponderEliminarhttp://infamias-karocha.blogspot.com/
Karocha: Está a referir-se à falta de liquidez, suponho. Sim, claro, nada que não se saiba.
ResponderEliminarNão JC
ResponderEliminarA quem foi ao meu blog!
Caro JC
ResponderEliminarNeste momento histórico em que o Mundo se encontra – pelas piores razões - constitui um caso sintomático a circunstância de o país berço do neo-liberalismo, da escola de Chicago de Milton Friedman, estar a NACIONALIZAR bancos e seguradoras.
Também é sintomático que, para se furtar ao ataque da Telefonica - sim, a mesma - a Itália prefira pagar multas em vez de acatar no seu Direito interno normas orientadas a efectivar a livre circulação de capitais.
Ainda mais sintomático é facto da maior aquisição à escala global, por britânicos e espanhóis , do ABN-AMRO, o maior banco holandês, acabar por redundar uma nacionalização holandesa de “bocados” dessa depredação financeira resultante numa fragmentação e falências várias, com prejuízo óbvio para o presumível interesse da economia holandesa , obrigada que foi a "engolir o bife"
Já não falo no caso da alemã Volkswagen, abordado que foi em comentário em “post” anterior e das suas variantes francesas e … espanholas.
Impor-se-á a Portugal a conduta de “bem comportado menino de coro” a estender um tapete vermelho a quem chantajaria os próprios accionistas com esse putativo exemplo de liberalismo económico que constitui ameaçar estes do bloqueio de dividendos, tudo sob a bandeira da livre circulação de capitais elevada a uma supra essência, o Graal, justificadora da redução a zero do interesse estratégico de um Estado auto-condenado à nulidade de Estado exíguo ?
Como sabemos, os accionistas não podiam, razoavelmente, ignorar a existência de uma “golden share” que, entretanto, nunca foi invalidada por algum Tribunal, ou, que se saiba, sequer contestada no passado por aqueles.
Mas o que os accionistas sabem, certezinha, é que o Governo embalou o berço da penetração portuguesa nas telecomunicações brasileiras, a génese da louvável mais-valia que deu vida à VIVO e que agora os “nuestros hermanos”, com a fúria de um toiro Miura, querem apoderar na totalidade.
Concordo com JC quando diz – em comentário no outro post - que esta questão não se reporta à Moral ou Justiça. Ora, justamente, não é imoralidade ou injustiça um bloqueio de “golden share” evitando assim que Espanha "coma sozinha o bife" a troco de um ganho de curto prazo.
Juridicamente é discutível, mas não subsistirão dúvidas que o intervencionismo do Estado na Economia está “on the mood” `à escala global, qual gripal pandemia, o que pode constituir o melhor astrolábio para orientar o interesse de um país que, pasme-se, até foi a primeira potência global que, entre outros feitos, descobriu e pariu o Brasil.
Cumprimentos
JR
Quem é esta Karocha? Que tonteria... Quem acredita?
ResponderEliminarAnónimo
ResponderEliminarEstão mesmo aflitos não é?
Agora é no blog do JC?
Não leve a mal, mas não comento, Karocha
ResponderEliminarComo lhe disse em comentário a outro "post", caro JR, não sendo um ultra-liberal, e mais a mais nas actuais circunstâncias que mtº bem cita,reconheço ao Estado o direito a intervir nas áreas consideradas estratégicas e nomeio como o deve fazer: através de uma participação suficiente no seu capital. É o que acontece na CGD, por exemplo, ou aconteceu no caso do BCP.
ResponderEliminarCumprimentos
Porque haveria de levar a mal JC!
ResponderEliminar