No meio de tanto dinheiro esbanjado sem sentido, porque não contrata o ministério da educação a uma empresa credível de consultoria internacional (por exemplo, Roland Berger, Boston Consulting Group, McKinsey, A. T. Kearney) um estudo sobre a reorganização do ensino público, nele incluindo toda a definição da carreira docente, com respectivo modelo de avaliação de desempenho, estatuto do aluno, organização das escolas e do próprio ministério, etc, etc? Estou certo os resultados pouco ou nada agradariam aos professores, quiçá também não demasiado ao ministério, mas seria bem interessante analisar as conclusões.
Não sairia assim tão caro. Uma equipa de 1 mês deveria andar à volta dos 100 mil €. Não sei é se as empresas de consultoria quereriam queimar o seu bom nome no meio desse processo!
ResponderEliminarSe fosse a si, fazia-lhes uma proposta...
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