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quinta-feira, abril 19, 2012

Ora aproveitem lá a "bola" para aprenderem alguma coisa

Castelhano: "Todo está preparado para la disputa del partido entre el Sporting Clube de Portugal y el Athletic Club, correspondiente a la ida de la semifinal de la UEFA Europa League (21:05, Jonas Eriksson -SWE-, José Alvalade, C+1).

El jueves 19 de abril, como es habitual en la normativa UEFA, se ha celebrado en las instalaciones del José Alvalade, desde las 10:30 horas, la reunión organizativa bajo la dirección del delegado de la UEFA, el noruego Odd Flattum, y con la presencia del cuarto colegiado, el sueco Daniel Stålhammar, en representación del árbitro Jonas Eriksson, los asistentes Stefan Wittberg, Mathias Klasenius; y Markus Strömbergsson, Stefan Johannesson, árbitros asistentes adicionales y todos ellos suecos.

Entre las decisiones adoptadas en la misma, además de las relativas a las normas deportivas, administrativas y de seguridad a seguir durante el partido, se han definido las vestimentas que portarán ambos conjuntos. Por parte del Athletic Club, nuestro equipo utilizará su tercera indumentaria, camiseta negra, pantalón negro y medias rojas. Los porteros vestirán camiseta, pantalón y medias azul celestes. 

Por parte del Sporting, sus jugadores lucirán camiseta verde y blanca a franjas horizontales, pantalón blanco y medias verdiblancas, mientras que sus porteros lo harán con camiseta verde, pantalón blanco y medias verdes."



Basco: "Dena prest dago Sporting Clube de Portugal-Athletic Club UEFA Leagueko finalerdiei dagokion joaneko partidarako (21:05, Jonas Eriksson –SWE-, Jose Alvalade, C+1).

Apirilaren 19an, eta ohikoa den legez, 10:30etatik aitzina bilera antolatzailea burutu da Jose Alvaladen bertan, Odd Flattum UEFAko delegatu norvegiarraren agindupean. Bertan ere, besteak beste Daniel Stålhammar laugarren epaile suediarra presente egon da, Jonas Eriksson epailea, Stefan Wittberg eta Mathias Klasenius epaile laguntzaileak; eta Markus Strömbergsson, Stefan Johannesson epaile laguntzaile osagarrien izenean.

Bileraren ondorioz talde bietako janzkeraren koloreak zehaztu dira. Gure aldetik hirugarren elastikoa eramango dugu, kamiseta eta praka beltzak eta galtzerdi zurigorriekin; atezainek elastiko, praka eta galtzerdi urdin argiaz joango dira. Sportingen aldetik kamiseta orlegia eta zuria, zerrenda horizontaletan, praka zuriak eta galtzerdi zuriorlegiak eroango dituzte. Atezainei dagokienez, kamiseta orlegi argai, praka zuriak eta galtzerdi zuriorlegiak jantziko dituzte."

terça-feira, abril 17, 2012

D. Juan Carlos, o elefante e a unidade de Espanha

Penso que os portugueses se esquecem com demasiada frequência que a Espanha, ao contrário do que acontece com Portugal, é um Estado multinacional, em que a sua unidade enquanto país não se alicerça numa língua e cultura únicas e num longo percurso histórico contra um inimigo comum. Ou mesmo como os USA, cuja unidade nacional foi em grande parte construída pelo facto de neles terem encontrado oportunidade de liberdade e de uma vida mais digna os pobres e perseguidos da Europa - mas também de alguma Ásia. Digamos que, raspada alguma camada superficial acumulada por umas poucas centenas de anos de vida em comum, muitas vezes forçada, continua um galego a ter mais a ver com um português do que com um catalão ou um basco, ou qualquer destes com um castelhano. Mais ainda, é muitas vezes esquecido que a sua guerra civil do século XX não opôs apenas a esquerda liberal, socialista, comunista e anarquista, à direita conservadora, fascista e ultra-católica, o trabalho e o capital, mas também as nações basca e catalã ao resto de Espanha e, principalmente, ao domínio de Castela.

Tendo dito isto, é bom lembrar que a precária unidade da Espanha actual muito deve ao rei Juan Carlos e ao seu papel na chamada "transição democrática", que estabeleceu as bases mínimas nas quais a grande maioria dos espanhóis se pôde rever, independentemente da respectiva nacionalidade, língua materna, opção politica ou de regime. Por isso mesmo, o que está agora em causa na tão badalada caçada aos elefantes do rei Juan Carlos, no Botswana, não é apenas uma questão moral pelo facto do rei ter decidido esbanjar uns milhares de euros, numa actividade frívola, num momento de austeridade para a grande maioria dos seus concidadãos. Muito menos uma questão, também ela moral, de ver o seu rei envolvido na crueldade ou brutalidade de uma actividade como a caça grossa, facto que não deixará de chocar muitos dos espanhóis. Embora ambas as questões não deixem de ter o seu peso, o que está fundamentalmente em causa e delas deriva é uma questão política e, neste aspecto, um erro crasso do rei que, ao arriscar com este seu acto colocar em causa a instituição monárquica, que com ele se confunde, não deixará, dado o papel que esta tem desempenhado desde a "transição", de contribuir também para enfraquecer a unidade do pais e o precário  equilíbrio multinacional em que esta tem assentado nos últimos anos. Numa república, o eleitorado não deixaria de lhe indicar qual o próximo caminho a seguir. Mas também tenho dúvidas que sem Juan Carlos e a monarquia a Espanha tivesse conseguido percorrer o mesmo caminho que iniciou em 1976 e fosse um país igual ao que é hoje. Mas cumprido esse papel, teremos que nos interrogar se o rei de Espanha ainda faz parte da solução ou, pelo contrário, se tornou num problema que é necessário resolver.

segunda-feira, julho 12, 2010

Espanha: um Estado multinacional

Curioso que o novo campeão do mundo e a selecção deste Mundial com maior sentido colectivo, de equipa, seja simultaneamente o país mais assumidamente plurinacional na actual Europa e onde as tensões independentistas são mais evidentes.

segunda-feira, maio 28, 2007

Espanha e Navarra

Por muitos desertos, camelos, pontes dinamitadas, Ota ou Rio Frio, DREN e tutti quanti que sirva para nos entreter, este foi o acontecimento mais importante na península, na última semana, em termos políticos e estratégicos. Apetece dizer: é a política, estúpidos!