As palavras são de Mira Amaral, talvez o nome mais mediático do "lobby" do nuclear em Portugal e foram ditas a propósito da demissão de Henrique Gomes, ex-Secretário de Estado do actual governo. Significa isto, e sabendo que a EDP tem desenvolvido competências reconhecidas na área das energias renováveis e alcançado uma posição de destaque internacional nesta área, que nem tudo o que luz é necessariamente oiro, o maniqueísmo nunca é bom conselheiro e é preciso muito cuidado ao analisar o que se passa com a política energética do governo, demissões e admissões incluídas. E, claro, e acima de tudo, é preciso não fazer o papel de "idiota útil" e estar atento a quem diz o quê e sobre quem. É que, conta a história, a bondosa avózinha pode muito bem ser o lobo mau.
Eu sou o Gato Maltês, um toque de Espanha e algo de francês. Nascido em Portugal e adoptado inglês.
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quinta-feira, março 15, 2012
domingo, fevereiro 19, 2012
Mira Amaral ubíquo
Todos conhecem aquela história do indivíduo que tinha enorme propensão para dizer coisas novas e interessantes; só que as novas não eram interessantes e as interessantes não eram novas. Não é este o caso de Mira Amaral: nada do que diz, novo ou velho, é interessante. Portanto, esta sua actual ubiquidade mediática fica apenas a dever-se a uma de duas coisas, ou ambas: o excelente trabalho de "lobbying" e assessoria de comunicação do Estado angolano e dos promotores do nuclear, cujos negócios Mira Amaral promove e aos quais está ligado. Nada tenho contra o "lobbying" ou contra o trabalho dos assessores de comunicação, ambos dignos de consideração e apreço. Muito menos contra os negócios em termos gerais e abstractos e desde que legais e honestos. Acontece que, neste caso, ambas as causas que Mira Amaral defende merecem a minha profunda antipatia. Sorte a minha que há o botão do "off".
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