Já neste “blogue” o tenho afirmado, quando em tempo de crise emergem os nacionalismos. O derradeiro e mais reles de todos eles é o anti-castelhanismo, herdeiro da ditadura franco-salazarista e das bandeirinhas portuguesas e espanholas actuais que marcavam, mascarando o seu significado, os locais das guerras do passado entre os reinos de Portugal e Leão e Castela, com ou sem o mais tardio Aragão. E que tal a reconquista de Olivença, para mostrar que “somos homens”?
Espero o PSD se consiga manter sempre fiel a estas afirmações de Miguel Relvas...
Espero o PSD se consiga manter sempre fiel a estas afirmações de Miguel Relvas...
caro Maltês, que tal voltar para a sua Malta ancestral (isto partindo do pressuposto que o querem lá). Lá poderia ver algumas estátuas dedicadas a portugueses que defenderam (e desenvolveram) Malta, nomeadamente contra os napoleónicos. Mas se os Malteses estão púbicamente agradecidos, existem "malteses" que não
ResponderEliminarcaro Maltês, que tal voltar para a sua Malta ancestral (isto partindo do pressuposto que o querem lá). Lá poderia ver algumas estátuas dedicadas a portugueses que defenderam (e desenvolveram) Malta, nomeadamente contra os napoleónicos. Mas se os Malteses estão púbicamente agradecidos, existem "malteses" que não
ResponderEliminarLoooooLLLL JC
ResponderEliminarAssino o post por baixo!
Calculo que sim, Karocha. Obrigado.
ResponderEliminarMiguel Relvas é um tótó, coitado! pobre de espírito, aliás como o patrão.
ResponderEliminarOra aqui uma boa oportunidade para nos debruçarmos sobre o que Michael Billig tem a dizer sobre o Banal Nationalism, de que se apresenta aqui alguns considerandos dobre o autor e a obra.
ResponderEliminarBoa leitura para o bi-anónimo das bi-4:51
Pelo que li, o livro deve ser bem interessante. Obrigado pela "dica", caro JB.
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